O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou neste sábado dia 13, que concorda em participar dos debates no segundo turno das eleições, desde que “sem interferência externa”. Ele se referiu à suposta influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na campanha do presidenciável Fernando Haddad (PT). A declaração ocorreu em meio a uma gravação de programas para o horário eleitoral, na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim botânico, bairro da zona sul do Rio. Na quarta-feira dia 10, os médicos responsáveis pelo acompanhamento de Jair Bolsonaro (PSL) após ele levar uma facada, há cerca de um mês, afirmaram que o candidato não está pronto para voltar a participar de debates. Em coletiva de imprensa realizada na quinta-feira dia 11, o candidato do PSL chegou a dizer que: “Existe a possibilidade sim estratégica (de não ir a debate)”. “Se for debate só eu e ele (Haddad), sem interferência externa (de Lula), eu topo comparecer. Estou pronto para debater; tem que ser sem participação de terceiros”, disse. Depois desta afirmação, Bolsonaro acrescentou que, em um novo governo petista, quem escolheria os ministros do governo seria Lula. “(Se Haddad vencer), quem vai escalar time de ministros será o Lula. Não adianta (ele) ter boas propostas se vai ter indicação política. O mais importante é ter independência para escalar um time de ministros componentes.” Bolsonaro também criticou o oponente afirmando que Haddad teria “dividido o Brasil”ao criticar o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, apoiador declarado do candidato do PSL. Sobre os casos de violência e intolerância política envolvendo seus apoiadores, o candidato se limitou a dizer que lamenta as agressões e que gostaria que elas parassem. “Apelo a todos do Brasil que deixem as paixões de lado. Não estamos disputando um Fla-Flu

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